Felicidade, s. f. (do Latim felicitate). Qualidade ou estado de quem é feliz. Ventura; boa fortuna; sorte. Êxito. Contentamento.
domingo, 18 de dezembro de 2011
recomeçar
Olhar a vida com olhos de ver não é agarrar num punhado de lápis de cor e desenhar um arco-íris. E também não é pegar na borracha e apagar aquilo que já se viveu.
Viver a vida, é recomeçar, e saber fazê-lo. Recomeçar não é bom nem mau. Simplesmente, às vezes, é preciso. Recomeçar não é esquecer aquilo que se viveu, não é estalar os dedos e começar do princípio. Recomeçar não tem nada a ver com o princípio, mas com o caminho. Recomeçar é melhorar. É parar para analisar, e renovar a vontade de fazer melhor. Porque entre uma curva e outra da vida, há sonhos que ficam perdidos, projectos que se vão diminuindo, vontades que se vão perdendo. E esta vida que no princípio era a nossa, às tantas já é "qualquer coisa".
O Natal está à porta, e há-de ser cá dentro. É tempo de recomeçar, porque há coisas que (de todo) não estão bem.
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
mão na consciência
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
brain storm
sábado, 22 de outubro de 2011
até quando?
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
learning to fly.

terça-feira, 18 de outubro de 2011
sábado, 15 de outubro de 2011
(re)fresh
You were on a mission
Then our hearts combined
Like a neutron star collision
E, posto isto, há pouco ou nada a acrescentar.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
esta noite
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
FAQ's

Incomoda-me a pergunta de Jesus a Pedro: "E vós, quem dizeis que Eu sou?". Parece banal. Óbvio, até. "Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo". Pedro estava ali, cara-a-cara com Jesus, e pôde responder-lhe com voz mais ou menos firme, mas ali na hora. Muitos séculos depois, a pergunta de Jesus mantém-se e exige uma resposta tão ou mais pronta quanto a de Pedro, mas que já não se pinta com palavras. Como aqueles dois filhos, a quem o pai pede ajuda para a vinha. A resposta que Lhe dou não pode ser um sim bonito mas vazio; ainda que esta resposta implique que eu tenha que pegar na enxada e desbravar caminhos que nunca pisei. Jesus pede-me que O mostre, que diga com a minha vida que ele é o Cristo que me salva, a cada vez que cedo. Pede-me que a minha vida grite que não há nada mais acima d'Ele. E, não raras vezes, a minha vida grita tantas coisas tão diferentes de tudo isto... E surge de novo a pergunta, reformulada, directinha à minha vida: "E a tua vida, quem diz que Eu sou?"
Aflige-me especialmente agora, que me deito para amanhã acordar cedo porque começa o período de praxes. E demoro-me a pensar nisto, neste Cristo que tenho na minha vida e que me pede que seja Seu espelho. E dou voltas à cabeça e ao coração para descortinar a forma de ser imagem de Deus para os "bichos".
Que este tempo que se avizinha não me impeça de falar. Melhor, de Te deixar falar por mim.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
(aquele) tempo

terça-feira, 6 de setembro de 2011
ela #3

segunda-feira, 5 de setembro de 2011
sábado, 3 de setembro de 2011
Setembro & o tempo a passar

Acordei já tarde. Espreitei o telemóvel. E mais do que a mensagem por ler, os meus olhos pararam na data. 3 de Setembro. E durante todo o dia, por entre mais uns quantos pensamentos, aquele 3 insistiu em aparecer.
As férias já foram, já estão. O que havia para fazer, ou está feito ou já não se faz. Falta uma semana. E foi rápido, sim. Mas foi rápido porque foi intenso.
O início de mais um ano vai trazer muita coisa, já o adivinho. Mas como dizia há dias a um amigo, que eu permita que me traga coisas boas mas que consiga manter as coisas boas que agora já tenho.
Ando acelerada, como é meu costume. Com muitas coisas a acontecerem ao mesmo tempo, e com projectos sempre a começar. Mas estou serena, cá por dentro. E corro, sim; mas sei para onde. Posso não chegar hoje, nem no próximo ano. Mas quero chegar...
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
organ damage
There's a reason I said I'd be happy alone. It wasn't 'cause I thought I'd be happy alone. It was because I thought if I loved someone, and then it fell apart, I might not make it. It's easier to be alone. Because what if you learn that you need love? And then you don't have it? What if you like it? And lean on it? What if you shape your life around it? And then... it falls apart? Can you even survive that kind of pain? Losing love is like organ damage. It's like dying. The only difference is... death ends. This...? It could go on forever...
sábado, 27 de agosto de 2011
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
JMJ - a primeira parte
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
aTreve-te, todos os dias
(mêmo assério?!)
sábado, 30 de julho de 2011
aTreve-te
É tarde, e o sono teima em não vir. São Paulo um dia encontrou-se com Cristo, e foi um encontro tão marcante que ele até mudou de nome! "Precisas de te converter..." Pode ser bom. Pode ser possível, se eu quiser. Se eu escolher, todos os dias, em todos os 'agoras'. E quando penso no que pode ser, percebo sempre que sou tão pequenina. E que, ainda assim, é com esta pequenez (apesar do meu ego e do meu mau feitio, que são grandes!) que me queres. É este pouco que sou que queres que seja todo para Ti. E eu, que me acho tão XPTO, preciso que me grites isto aos ouvidos e mesmo assim fico na mesma.
É tarde. E será mesmo? É agora, e o momento tem que ser este. E pode ser este, se eu quiser que seja, se eu deixar que seja. Não se pode ir alimentando um leão só porque se tem medo de o matar. Ou, às tantas, é o leão que nos mata.
Afinal, não e tarde...
(muito baixinho, misturada com o silêncio, ecoa uma voz: aTreve-te... aTreve-te... aTreve-te!)
quinta-feira, 21 de julho de 2011
quarta-feira, 13 de julho de 2011
de repente...
Foi um ano grande.
De repente, olho para trás e vejo-me outra vez no fim de Setembro de 2010. De olhos fechados, parece que foi ontem. A chegada de tantos bichos que ainda não eram os meus. Mais tarde, a capa benzida. As noites regadas a sorrisos e outras bebidas. As gordas do Capítulo. E o trabalho que nunca parou durante aquele 1.º semestre que parecia não ter fim. Amores e desamores à mistura, e uma 'Promessa' feita. De repente, estou a entrar no DPSM. De repente, já estou na Medicina. E, entre uma higiene e outra, a TESESJD ganha um festival. Vem a Queima, e uma semana de festa quase já em jeito de despedida do 2.º ano que estava no fim. Num estalar de dedos, o caminho faz-se todos os dias para o Hospital da Misericórdia. A Feira, e o 320. E os amigos que se contam pelos dedos.
De repente já estou em Viana, com a garagem cheia de caixas e caixinhas porque a casa em Évora já está vazia, e ainda não há outra. De repente, cada um já está na sua casa, na sua vida de verão... De repente, Évora parece mais longe do que nunca, e as saudades daqueles que se foram escolhendo para todos os dias vão aparecendo. Ficaram o alentejano que um dia foi madeirense, e o ribatejano que canta o fado. E havemos de nos encontrar por aí!
E, eu sei, vai passar a correr. E também sei que quando voltar, com a capa colorida a emblemas de muitas cores, vai parecer que nunca saí da cidade do Templo. Verdade seja dita, quando voltarmos vai ser tudo diferente. O mano, a cunhada e mais um punhado de gente boa já são finalistas. A madrinha já vem de anel de curso no dedo, qual Enfermeira recém licenciada. E os bichos do 19.º já são Srs. Enfermeiros...
Será o que tiver que ser. O tempo passa a correr, de qualquer forma...
Deixo esta música, em jeito de recordação pelo ano que passou, e porque sei que marcará sempre este 2.º ano do caminho rumo à Enfermagem. E fica para aqueles que sempre se mantiveram, para aqueles de quem me fui afastando, para aqueles que conheci este ano, para aqueles de quem me aproximei... De uma forma ou de outra, todos marcam o meu caminho.
terça-feira, 21 de junho de 2011
a tua vida VS a vida dos outros
Às vezes a tua vida não te chega, não é isso?! Tenho percebido que não chega, não. Às vezes a tua vida é tão pouco, tão pouco, que não te chega...
Às vezes tu percebes que a tua vida pequenina é pouco para ti, que queres ser grande.
E então, se queres ser grande por ti mesmo, fazes da tua vida uma vida com mais valor, cresces, procuras-te, encontras-te, trabalhas, choras, ris, lutas, arranhas-te, cais... e cresces!
Ou então, se queres uma vida grande porque os outros têm uma vida como tu queres, falas da vida dos outros, esses outros das vidas grandes, esses outros das vidas que não são perfeitas, esses outros que são felizes para além das pequenas imperfeições da tua vida.
E, às vezes, quanto mais olhas para as vidas dos outros, menos a tua vida te chega. Quanto mais te achas grande no espelho, mais pequenino te vais tornando. E, às vezes, tornas-te em nada. Tu, que podias ser tudo, que podias ser tão grande, que podias ser o que quisesses, tornas-te em nada!
sábado, 28 de maio de 2011
perseverança (e outros caminhos)

segunda-feira, 25 de abril de 2011
morango & cachaça
Quando a companhia é boa, as noites sabem sempre bem.
E cada vez mais me convenço que aquilo que nos constrói realmente não são os momentos mega-rápidos que vivemos, mas os gestos pequenos de um dia-a-dia que se vai partilhando. E tantas vezes (tantas quantas a nossa vontade!) o longe faz-se perto, e as vidas que andavam distante cruzam-se com sorrisos e abraços. Vale a pena, nem que seja só por uma noite, voltar a viver na companhia de quem nos conhece; e vale a pena, nem que seja só por uma noite, voltar a juntar aquelas quatro ou cinco ou seis ou sete vidas, que se vão conhecendo tão bem...
Lá em cima, no quarto, tenho a mala vazia em cima da cama, os livros na mesa de cabeceira, a viola fora do saco, e uma pilha grande de roupa para arrumar. A mala está por fazer, e a minha vontade de ir embora também ainda não apareceu. Acho que é, sobretudo, medo de voltar ao "homem velho". Medo de sair do meu espaço confortável e voltar a brincar com os leões e com o fogo. Medo de fazer isto tudo mas, desta vez, não me magoar, não me deixar atropelar. Medo de não conseguir permanecer... permanecer perto...
quinta-feira, 21 de abril de 2011
cheia

E olhei eu para todas as obras que fizeram as minhas mãos, como também para o trabalho que eu, trabalhando, tinha feito, e eis que tudo era vaidade e aflição de espírito, e que proveito nenhum havia debaixo do sol. (Eclesiastes 2, 11)
De um jarro vazio não se pode tirar água.
Um rio seco já não tem peixes.
Um quarto escuro não tem nada para ver.
Uma árvore morta não pode dar frutos.
Encontrar sentido para a corrida que é a minha vida não é fácil nem difícil: é preciso. É preciso que eu saiba para onde corro. As razões podem ser as mais variadas. As melhores, ou as piores. A corrida pode ser fácil, ou difícil. E a dificuldade depende também da minha meta.
É preciso que a minha meta me encha; me faça correr mesmo quando penso que já não consigo; me levante da lama quando caio no caminho; me dê oxigénio quando o cansaço chegar; me dê coragem para não ceder àqueles que correm em sentido contrário e me querem arrastar e demover; me acelere o passo quando me encontrar com aqueles que me querem fazer andar em vez de correr.
Estar a meio gás não chega. Desistir não pode ser para mim. Ficar na lama e habituar-me a ela não é opção. Cansar-me não é desculpa. Não defender o motivo por que vivo é cobardia. E andar, em vez de correr, é ir aos mínimos.
E eu não sou de mínimos, nem quero ser.
ConTigo, quero o máximo.
Quero a vida, da Tua Vida.
sábado, 16 de abril de 2011
sexta-feira, 15 de abril de 2011
de olhos fechados não se vê o futuro

sábado, 2 de abril de 2011
de tempos a tempos

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
paredes meias
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
constatações #4
domingo, 13 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
gripes & outros males
Às tantas, quando as coisas não andam bem pelo que nos vai cá mais por dentro, qualquer porcaria de gripe pode fazer-nos sentir atingidos por um qualquer tsunami.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
I believe I can fly
&%#$!"$%&#$#&%#$&%&$#"&#%#$"$%#"&%$&%$&%/)&(/%&%$&()&/)(/$&##"%#$&%)//(&/%&%$#"! EXCELÊNCIA #"$%$/%(&()&/&%$#!"#&$/%$#%%/(/)=(&%$#"$%&/%&%$#"!"!#$#%$/%$# CAPACIDADE "!#"%&/)(&/%$#%$"#!#%$&/&)/%$#"!#$#%&/(=)(&%$#" CONHECIMENTO &%%$"!#$%&%/)%(&$"#!#""$#$%)(&$#%""!$%&(/)(%&$%"#! TRABALHO ....
e depois, no Domingo, foi mais ou menos isto...
%"#$&%$%$#/ e não te esqueças que és p'ra mais do que essa vidinha que tens agora....
sábado, 15 de janeiro de 2011
amanhã
Vem esta noite
Fomos tão longe a vida toda
Somos um beijo que demora
Porque amanhã é sempre tarde demais
(...)
Tens uma estrada
Tenho uma mão cheia de nada
Somos um todo imperfeito
Tu és inteira, e eu desfeito
Vamos fazer o que ainda não foi feito
domingo, 9 de janeiro de 2011
sábado, 8 de janeiro de 2011
meio embrulhado

quanto a ti, ainda não percebi muito bem qual vai ser o nosso rumo, ou sequer se há um rumo nosso;
anyway, vou estando por aqui.