
Às vezes já não sei, palavra que não. Às vezes ando farta. Quero a minha vida outra vez. Sim, quero a minha vida. Quero mandar na minha vida. Às vezes apetece-me. Às vezes não confio; pois, que isto é tudo falta de confiança (e é por isso que me chega a parecer confiança a mais!). Às vezes já não me apetece mais brincar a isto. Acho que às vezes até me apetece a solução mais fácil e rápida. O imediato. Aqui, já, agora, se faz favor. Continuo a insistir (caramba!). Mesmo depois de já ter colhido e saboreado os frutos da paciência, da preserverança, da confiança. Há gente parva. Oh se há. E eu tenho dias (de parvoíce) terríveis!