na quinta feira tive uma conversa mais ou menos assim...
&%#$!"$%&#$#&%#$&%&$#"&#%#$"$%#"&%$&%$&%/)&(/%&%$&()&/)(/$&##"%#$&%)//(&/%&%$#"! EXCELÊNCIA #"$%$/%(&()&/&%$#!"#&$/%$#%%/(/)=(&%$#"$%&/%&%$#"!"!#$#%$/%$# CAPACIDADE "!#"%&/)(&/%$#%$"#!#%$&/&)/%$#"!#$#%&/(=)(&%$#" CONHECIMENTO &%%$"!#$%&%/)%(&$"#!#""$#$%)(&$#%""!$%&(/)(%&$%"#! TRABALHO ....
e depois, no Domingo, foi mais ou menos isto...
%"#$&%$%$#/ e não te esqueças que és p'ra mais do que essa vidinha que tens agora....
Felicidade, s. f. (do Latim felicitate). Qualidade ou estado de quem é feliz. Ventura; boa fortuna; sorte. Êxito. Contentamento.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
sábado, 15 de janeiro de 2011
amanhã
Acho que resumir este início de 2011 com esta música não me fica nada mal! Novidade. O que ainda não foi feito. E resta ainda muito para fazer. Novidade. Ser nova, eu também. É esta a ideia, sim!
Vem esta noite
Fomos tão longe a vida toda
Somos um beijo que demora
Porque amanhã é sempre tarde demais
(...)
Tens uma estrada
Tenho uma mão cheia de nada
Somos um todo imperfeito
Tu és inteira, e eu desfeito
Vamos fazer o que ainda não foi feito
Vem esta noite
Fomos tão longe a vida toda
Somos um beijo que demora
Porque amanhã é sempre tarde demais
(...)
Tens uma estrada
Tenho uma mão cheia de nada
Somos um todo imperfeito
Tu és inteira, e eu desfeito
Vamos fazer o que ainda não foi feito
domingo, 9 de janeiro de 2011
sábado, 8 de janeiro de 2011
meio embrulhado
Chegou, há uma semana, um ano novinho a estrear. Cheio de dias novinhos, oportunidades únicas e sempre novas de ser, também eu, sempre nova e sempre melhor. A primeira semana deste ano foi intensa quanto baste. Entre partidas e regressos, estudo, frequência, trabalhos, risos, desesperos, amigos e silêncios. E a primeira semana do ano já se passou, bem vistas as coisas. Uma coisa vos digo: se esta semana for o augúrio deste 2011, não começamos mal! A segunda semana adivinha-se igualmente trabalhosa, mas espera-se gratificante, como foi a primeira. Há algumas coisas a pôr em ordem, e o início de um novo ano, que ainda cheira a fresco, parece-me propício. Veremos.
quanto a ti, ainda não percebi muito bem qual vai ser o nosso rumo, ou sequer se há um rumo nosso;
anyway, vou estando por aqui.
domingo, 26 de dezembro de 2010
três ?!
Foi hoje, há TRÊS anos
Começou, há TRÊS anos
TRÊS dias, há TRÊS anos
O quarto dia continua, há TRÊS anos
(para outros, é hoje o primeiro dia. e estamos juntos. nós que já temos 4.º dia, maior ou menor. e aqueles para quem esta aventura começa agora.)
1052, guardo-vos como se fosse hoje...
1145, rezo por vós, todos
[e não posso evitar esta lágrima que aparece teimosa sempre que me lembro deste dia, há TRÊS anos, naquele Forte do Conde frio, mas quente...]
Começou, há TRÊS anos
TRÊS dias, há TRÊS anos
O quarto dia continua, há TRÊS anos
(para outros, é hoje o primeiro dia. e estamos juntos. nós que já temos 4.º dia, maior ou menor. e aqueles para quem esta aventura começa agora.)
1052, guardo-vos como se fosse hoje...
1145, rezo por vós, todos
[e não posso evitar esta lágrima que aparece teimosa sempre que me lembro deste dia, há TRÊS anos, naquele Forte do Conde frio, mas quente...]
sábado, 25 de dezembro de 2010
constatações #3
Nunca fui muito menina do Pai Natal, verdade seja dita. E não lhe escrevi isto que aqui está mais acima; mas podia ter escrito! A questão é esta:
Este ano podias ter sido o meu presente de Natal. Mas eu nem sei bem se queria, muito menos se tu te querias no meu sapatinho. Posto isto, e porque o Menino também só recebeu os presentes quando chegaram os Reis, e já que nuestros hermanos também só abrem os presentes no dia em que celebramos esses Magos, vens descobrir comigo se queremos ser o presente do Dia de Reis, um do outro?
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
ela #2

Resolveu a sua vida e voltava para casa. O cachecol e as luvas alegravam a tarde cinzenta e espantavam a chuva que ameaçava cair-lhe sobre o cabelo despenteado. E então, a caminho da loja para comprar o que ainda faltava para dar por terminados os preparativos para o Natal, olhou de soslaio para o outro lado da rua e viu-o. Era ele, tinha a certeza. Tinham passado alguns anos desde a última vez que o vira, e mais tempo ainda desde a última vez que tinham trocado mais do que três palavras. Mas era ele. E ele também a vira. Seguiu para a loja, e sentiu que o olhar dele seguia com ela. Fez as compras e voltou para casa. Voltou a passar por ele. Voltou a perceber o olhar. Aquele olhar que dizia "estás diferente, não foste tu que eu conheci". E não fora, realmente. Ela agora era outra. Já não era a menina sorridente das tardes de Primavera, mas a mulher das tardes de Inverno. E, pensou, ainda bem. Ainda bem que percebera a necessidade de deixar para trás as alegrias fáceis, e fora capaz de começar a descobrir a Felicidade em tempos cinzentos. Era ele, o mesmo. Mas ela, era nova. Confirmou isso, e caminhou decidida de regresso a casa, com aquele sorriso discreto nos lábios.
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