Não gosto destes dias que se arrastam sem nada de jeito para fazer...
Os próximos tempos adivinham-se mais movimentados. Pelo menos, assim espero!
Deixo esta música, que me faz sempre lembrar o Verão =)
Felicidade, s. f. (do Latim felicitate). Qualidade ou estado de quem é feliz. Ventura; boa fortuna; sorte. Êxito. Contentamento.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
terça-feira, 20 de julho de 2010
tédio?
Acordo cansada. Corri quilómetros com os pés descalços, durante toda a noite. E apesar de não ver as feridas que sei que tenho nos pés, sinto-as a sangrar. Enquanto a respiração vai voltando ao normal, tento separar o sonho da vida a sério. Não sei se consigo, mas desisto de perder muito tempo com isso. Levanto-me da cama e uma onda estranha invade-me. "Não tenho nada para fazer." E o dia é como a noite. Corro, sem correr. Magoo-me, sem perceber. Sangro, sem sentir. E, às tantas, já não sei dizer se existes ou não. Se estás no sonho ou na vida. Se és ausência ou presença. Deito-me cansada, e durante a noite não descanso.segunda-feira, 19 de julho de 2010
sexta-feira, 9 de julho de 2010
quarta-feira, 7 de julho de 2010
3 em 1
Nem sempre sou capaz de perceber que o que tenho pode não ser aquilo de que preciso, e que o que quero pode não ser o que tenho, e que posso nem querer aquilo de que preciso!
Tenho gostado dos últimos tempos. E apesar de me ser difícil imaginar o dia-a-dia sem aqueles que me têm colorido os dias do último ano (mais coisa, menos coisa), tem sido óptimo aproveitar os minutinhos, seja a morrer de calor na Feira, ou a apanhar a corrente de ar fresquinha na casa das 3 princesas (virão a ser 4?!), ou mesmo agarrados aos instrumentos no ar arrefecido do auditório. A verdade é que há gente (boa!) sem a qual já não me imagino.
A música não terá directamente a ver com este assunto, mas tem a ver com... coisas! E, como já vem sendo justificação habitual, fica aqui... por motivos! O teu bem faz-me tão mal, e o teu mal faz-me tão bem... E às vezes nao me reconheço tanto como queria, e não vejo tantos traços do passado como seria de esperar. Mas quando, como há bocadinho, me percebo ainda a Teresa de antigamente, apenas com uns brilhos novos (purpurinas?!), descanso-me e percebo que, enquanto me souber ver neste presente, estou bem. E, portanto, o teu mal faz-me tão bem, e eu não me ralo!
Tenho gostado dos últimos tempos. E apesar de me ser difícil imaginar o dia-a-dia sem aqueles que me têm colorido os dias do último ano (mais coisa, menos coisa), tem sido óptimo aproveitar os minutinhos, seja a morrer de calor na Feira, ou a apanhar a corrente de ar fresquinha na casa das 3 princesas (virão a ser 4?!), ou mesmo agarrados aos instrumentos no ar arrefecido do auditório. A verdade é que há gente (boa!) sem a qual já não me imagino.
A música não terá directamente a ver com este assunto, mas tem a ver com... coisas! E, como já vem sendo justificação habitual, fica aqui... por motivos! O teu bem faz-me tão mal, e o teu mal faz-me tão bem... E às vezes nao me reconheço tanto como queria, e não vejo tantos traços do passado como seria de esperar. Mas quando, como há bocadinho, me percebo ainda a Teresa de antigamente, apenas com uns brilhos novos (purpurinas?!), descanso-me e percebo que, enquanto me souber ver neste presente, estou bem. E, portanto, o teu mal faz-me tão bem, e eu não me ralo!
quinta-feira, 1 de julho de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
um dia não são dias
Posso estar podre de orgulhosa? Posso?!ESTOU!
Eram 16h29; recebi uma chamada do Algarve:
- Já sou enfermeiro!
- Baguinho! Parabéns!
Eram 20h18; recebi uma mensagem de Lisboa:
- Já sou enfermeiro!
- Padrinho! Parabéns!
Sabem aquilo que representam para mim. Cada um à sua maneira. Cada um com uma presença especial no meu caminho. Cada um guardadinho com força no meu coração!
Sim, é um orgulho poder dizer "o Bagorrilha já é enfermeiro"!
Sim, é um orgulho poder dizer "o meu Padrinho já é enfermeiro"!
ADORO-VOS
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