
Felicidade, s. f. (do Latim felicitate). Qualidade ou estado de quem é feliz. Ventura; boa fortuna; sorte. Êxito. Contentamento.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
um dia não são dias
Posso estar podre de orgulhosa? Posso?!ESTOU!
Eram 16h29; recebi uma chamada do Algarve:
- Já sou enfermeiro!
- Baguinho! Parabéns!
Eram 20h18; recebi uma mensagem de Lisboa:
- Já sou enfermeiro!
- Padrinho! Parabéns!
Sabem aquilo que representam para mim. Cada um à sua maneira. Cada um com uma presença especial no meu caminho. Cada um guardadinho com força no meu coração!
Sim, é um orgulho poder dizer "o Bagorrilha já é enfermeiro"!
Sim, é um orgulho poder dizer "o meu Padrinho já é enfermeiro"!
ADORO-VOS
posso ser lamechas?
Enviámos há pouco o último trabalho do semestre. O 1.º ano acabou, passou, já está, está feito.
É um fim com letra minúscula. É o fim de um ciclo, mas representa apenas uma fase de paragem, porque sei que o 2.º ano não vai demorar a aparecer por aí.
Ainda assim, não posso controlar esta melancoliazinha que os fins dos ciclos me trazem sempre.
E não posso deixar de me lembrar que, há um ano atrás, a Enfermagem me parecia perto mas ainda tão distante. Não posso deixar de me lembrar deste ano, que me trouxe tanta gente boa para a vida, tanta gente que se tornou importante e que sei que já não me sai do coração.
Também sei ver que preciso de férias de algumas pessoas (muito mais de umas do que de outras). E, se calhar, até precisamos todos de férias uns dos outros. Mas em Setembro, quando voltarmos, tenho a certeza que vai ser ainda melhor do que nos primeiros dias.
[na tv, à minha frente, estou a ver a Oprah; uma querida, já com uma certa idade, disse esta pérola, que vos deixo, hoje especialmente para vocês, que passaram a ser vida da minha vida algures neste último ano: "Sejam um salgueiro; numa tempestade um salgueiro verga até ao chão, mas depois da tempestade passar volta à sua posição inicial, de pé. Um carvalho é duro, e pode partir."]
deixo-vos também esta música, que me faz sempre lembrar de Évora e dos momentos bem passados deste último ano.
Gosto-vos*
É um fim com letra minúscula. É o fim de um ciclo, mas representa apenas uma fase de paragem, porque sei que o 2.º ano não vai demorar a aparecer por aí.
Ainda assim, não posso controlar esta melancoliazinha que os fins dos ciclos me trazem sempre.
E não posso deixar de me lembrar que, há um ano atrás, a Enfermagem me parecia perto mas ainda tão distante. Não posso deixar de me lembrar deste ano, que me trouxe tanta gente boa para a vida, tanta gente que se tornou importante e que sei que já não me sai do coração.
Também sei ver que preciso de férias de algumas pessoas (muito mais de umas do que de outras). E, se calhar, até precisamos todos de férias uns dos outros. Mas em Setembro, quando voltarmos, tenho a certeza que vai ser ainda melhor do que nos primeiros dias.
[na tv, à minha frente, estou a ver a Oprah; uma querida, já com uma certa idade, disse esta pérola, que vos deixo, hoje especialmente para vocês, que passaram a ser vida da minha vida algures neste último ano: "Sejam um salgueiro; numa tempestade um salgueiro verga até ao chão, mas depois da tempestade passar volta à sua posição inicial, de pé. Um carvalho é duro, e pode partir."]
deixo-vos também esta música, que me faz sempre lembrar de Évora e dos momentos bem passados deste último ano.
Gosto-vos*
sábado, 26 de junho de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
remote control
Às vezes as coisas fogem-me do controlo. E não é aquele controlo parvo, só porque sim. É aquele controlo necessário, porque por agora esta ainda é a minha vida e porque, para além do dedo do Senhor, não preciso de mais dedos a mexer nas minhas coisas. Escrevia eu, que às vezes as coisas me fogem do controlo. E que dei por mim, um dia destes, num carro acelerado, com o volante pouco seguro, e com a sensação de estar a ser conduzida. Não gosto. Sou menina das minhas coisas e senhora do meu nariz. E se, de vem em quando, a minha vida parece um bocadinho uma montanha-russa desgovernada e a altas velocidades, é a MINHA vida. Quando sinto as coisas aceleradas de mais, travo. E às vezes é preciso travar a fundo, e deixar daquelas marcas que ficam no alcatrão da estrada. E, quando travo, raramente sou eu que volto a acelerar. Sou senhora do meu nariz, e isto aplica-se a tudo.
Waka Waka!
Aim, estou viciadinha nesta música!
Se há coisa capaz de me dar energia logo pela manhã, é isto!
domingo, 13 de junho de 2010
apetites.
The greatest thing you'll ever learn is just to love and be loved in return
[ há músicas de que vou SEMPRE gostar ]
sábado, 12 de junho de 2010
Felicidades (des)encontradas
Se um dia tiver filhos, hei-de dizer-lhes que a vida não é feita das primeiras coisas. As primeiras impressões, as primeiras escolhas, as primeiras amizades. Se não forem fruto de actualizações constantes, tudo isto vai por água abaixo num segundo.
É curioso como estive tanto tempo com vontade de escrever, e agora, depois de rever caras, tempos e relações, percebo que há coisas transversais à nossa vida. Coisas que fazem sentido hoje e fizeram no passado, e hão-de fazer sempre. E que se aplicam aos amigos de agora e aos mais antigos, e aos stresses do dia-a-dia do Curso, e aos momentos de risada e cantoria.
Há coisas para a vida. E se são boas e são más, hoje faz-me sentido dizer que sei que todas nos fazem falta.
É curioso como estive tanto tempo com vontade de escrever, e agora, depois de rever caras, tempos e relações, percebo que há coisas transversais à nossa vida. Coisas que fazem sentido hoje e fizeram no passado, e hão-de fazer sempre. E que se aplicam aos amigos de agora e aos mais antigos, e aos stresses do dia-a-dia do Curso, e aos momentos de risada e cantoria.
Há coisas para a vida. E se são boas e são más, hoje faz-me sentido dizer que sei que todas nos fazem falta.
domingo, 30 de maio de 2010
sábado, 29 de maio de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Luz

Sim, estive em Fátima dia 12 e dia 13 deste Maio.
E, sim, foi especial. Por todas as razões e mais algumas.
Por ter feito um ano que aconteceram muitas coisas.
Por ter chegado no dia em que a minha mãe chegou a pé, "seguindo-me" os passinhos.
Por ter tido o privilégio de estar na presença do nosso Santo Padre.
E era mesmo aqui que queria chegar: à visita do Papa. Foi mais do que especial. Pela primeira vez vi o Papa como um simples homem, tímido e maravilhado. E, ao mesmo tempo, senti ali o peso de estar diante do sucessor de Pedro. De ouvir nos seus passos as sandálias gastas do pescador que Jesus escolheu. De ser, também eu, escolhida para ser o rosto desta Igreja. E senti o peso pesado de tantas vezes não ser digna de ser rosto desta Igreja de Cristo.
E, sim, foi especial. Por todas as razões e mais algumas.
Por ter feito um ano que aconteceram muitas coisas.
Por ter chegado no dia em que a minha mãe chegou a pé, "seguindo-me" os passinhos.
Por ter tido o privilégio de estar na presença do nosso Santo Padre.
E era mesmo aqui que queria chegar: à visita do Papa. Foi mais do que especial. Pela primeira vez vi o Papa como um simples homem, tímido e maravilhado. E, ao mesmo tempo, senti ali o peso de estar diante do sucessor de Pedro. De ouvir nos seus passos as sandálias gastas do pescador que Jesus escolheu. De ser, também eu, escolhida para ser o rosto desta Igreja. E senti o peso pesado de tantas vezes não ser digna de ser rosto desta Igreja de Cristo.
Foi belíssimo. E passar a noite a rezar, entre a Capelinha e a Igreja da Santíssima Trindade, na companhia de um punhado de amigos, foi mágico.
Já foi há quase duas semanas, mas trouxe uma nova luz para o caminho. Uma vontade nova de ser rosto de Cristo.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Rótulos
tudo ou nada
Por força das circunstâncias, sou levada a concluir que há mesmo gente para tudo. E este tudo, é mesmo TUDO.
domingo, 2 de maio de 2010
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Ao meu Padrinho
tenho muita coisa aqui dentro a precisar de sair. mas o que te escrevo, apesar de ser somente aquilo que sinto, escrever-te-ei só a ti. E portanto que me desculpe quem me lê, mas isto é entre Padrinho e Afilhada
Padrinho,
Não sei falar destas coisas; das partidas e das chegadas e das pessoas importantes nas nossas vidas. E sei ainda menos ver partir gente boa.
Não te escrevo para me despedir; seria doentio, para além de que não consigo. Escrevo-te porque se há alturas certas para se dizer o que se sente pelas pessoas, este é o momento para te dizer uma data de coisas!
Caramba, conheci-te há sete meses e já tens um lugar insubstituível na minha vida e no meu coração. Se há gente boa nesta vida, garanto-te que tu és dos últimos espécimens dessa raça.
Um dia hei-de chegar ao quarto ano do (nosso) Curso. E hei-de tentar ser para os bichos desse ano aquilo que tu sempre foste para nós, e para mim. Porque saber viver a Universidade não é estudar todo o dia, todos os dias. Mas é perceber que são quatro anos curtos, e que há tempos na vida que não nos podemos dar ao luxo de perder. Porque ser aluno do quarto ano não é só gritar muito nas praxes e ser muito mau e bla bla bla. É ser o que tu foste, o que tu és. É acolher, brincar, transmitir valores. Fazer crescer.
E um dia hei-de ser tuno da (nossa) Tuna. E hei-de orgulhar-me de dizer que sou tua afilhada, mais do que me orgulho já. E hei-de ajudar a levá-la para a frente, ainda mais do que agora. Tal como sempre me ensinaste: que temos que valorizar e puxar por aquilo que amamos.
Padrinho... Lisboa e Évora vão parecer mais próximas do que nunca, prometo. Sei que deixas cá partes de ti, mas também levas muitas partes de Évora. Da minha parte, enquanto eu estiver em Évora tu vais estar comigo, porque te tenho no coração. O teu respeito pela Tradição não vai morrer, prometo. Não enquanto eu trajar. Não enquanto eu traçar a capa, que me traçaste pela primeira vez. Não enquanto o teu pin estiver na minha capa.
Sei que o fim parece perto, mais perto do que nunca, e mais perto a cada dia. E eu não gosto de despedidas, mesmo nada.
És muito importante na minha vida, e só posso agradecer-te por seres tal como és, por tudo o que me deste e continuas a dar. Só posso agradecer-te por estares na minha vida e por me deixares estar na tua. Obrigada por me teres feito perceber que há coisas e pessoas pelas quais vale mesmo dar a vida, e são essas que temos que manter, e cuidar, e valorizar. Tens a minha amizade, o meu respeito, o meu agradecimento, a minha oração, a minha fé, a minha força, a minha confiança. E a minha presença, todos os dias.
Padrinho,
Não sei falar destas coisas; das partidas e das chegadas e das pessoas importantes nas nossas vidas. E sei ainda menos ver partir gente boa.
Não te escrevo para me despedir; seria doentio, para além de que não consigo. Escrevo-te porque se há alturas certas para se dizer o que se sente pelas pessoas, este é o momento para te dizer uma data de coisas!
Caramba, conheci-te há sete meses e já tens um lugar insubstituível na minha vida e no meu coração. Se há gente boa nesta vida, garanto-te que tu és dos últimos espécimens dessa raça.
Um dia hei-de chegar ao quarto ano do (nosso) Curso. E hei-de tentar ser para os bichos desse ano aquilo que tu sempre foste para nós, e para mim. Porque saber viver a Universidade não é estudar todo o dia, todos os dias. Mas é perceber que são quatro anos curtos, e que há tempos na vida que não nos podemos dar ao luxo de perder. Porque ser aluno do quarto ano não é só gritar muito nas praxes e ser muito mau e bla bla bla. É ser o que tu foste, o que tu és. É acolher, brincar, transmitir valores. Fazer crescer.
E um dia hei-de ser tuno da (nossa) Tuna. E hei-de orgulhar-me de dizer que sou tua afilhada, mais do que me orgulho já. E hei-de ajudar a levá-la para a frente, ainda mais do que agora. Tal como sempre me ensinaste: que temos que valorizar e puxar por aquilo que amamos.
Padrinho... Lisboa e Évora vão parecer mais próximas do que nunca, prometo. Sei que deixas cá partes de ti, mas também levas muitas partes de Évora. Da minha parte, enquanto eu estiver em Évora tu vais estar comigo, porque te tenho no coração. O teu respeito pela Tradição não vai morrer, prometo. Não enquanto eu trajar. Não enquanto eu traçar a capa, que me traçaste pela primeira vez. Não enquanto o teu pin estiver na minha capa.
Sei que o fim parece perto, mais perto do que nunca, e mais perto a cada dia. E eu não gosto de despedidas, mesmo nada.
És muito importante na minha vida, e só posso agradecer-te por seres tal como és, por tudo o que me deste e continuas a dar. Só posso agradecer-te por estares na minha vida e por me deixares estar na tua. Obrigada por me teres feito perceber que há coisas e pessoas pelas quais vale mesmo dar a vida, e são essas que temos que manter, e cuidar, e valorizar. Tens a minha amizade, o meu respeito, o meu agradecimento, a minha oração, a minha fé, a minha força, a minha confiança. E a minha presença, todos os dias.
As pessoas importantes, por mais longe que estejam, estão sempre perto. E assim é contigo. Já tenho saudades, e ainda não foste. Mas sei que vamos estar sempre pertinho.
Obrigada por existires.
Adoro-te, PADRINHO
domingo, 25 de abril de 2010
Desafio!
A madrinha Raquel lançou o desafio, e eu apanhei-o! =)
E o desafio consiste em:
1) Escolher uma banda ou artista (e o porquê de teres escolhido)
2) Responder às perguntas com o título de músicas do artista ou banda escolhido
3) Desafiar mais pessoas!
E portanto vamos a isto!
Artista: Pedro Abrunhosa, cujas músicas têm sempre qualquer coisas que encaixa em mim na perfeição
- És homem ou mulher? Se eu fosse um dia o teu olhar
- Descreve-te: Diabo no corpo
- A última vez que alguém te fez um elogio? Eu não sei quem te perdeu
- Como descreves o teu último (antes do actual) relacionamento? Ilumina-me
- Onde querias estar agora? Momento
- O que pensas a respeito do amor? Tudo o que eu te dou
- Como é a tua vida? Fazer o que ainda não foi feito
- O que pedirias se pudesses ter só um desejo? Pontes entre nós
- Escreve uma frase sábia: Quem me leva os meus fantasmas
E passo a vez a...
Alex - Voltas Trocadas
Luís Mendes - Calotes com Deus
Ana Rocha - Papel de Seda
Rita Viana - Dentinho de Leão
Ana Garcia - Ducky Girl
Bagorrilha - Um poucaxinho de mim
Divirtam-se =)
E o desafio consiste em:
1) Escolher uma banda ou artista (e o porquê de teres escolhido)
2) Responder às perguntas com o título de músicas do artista ou banda escolhido
3) Desafiar mais pessoas!
E portanto vamos a isto!
Artista: Pedro Abrunhosa, cujas músicas têm sempre qualquer coisas que encaixa em mim na perfeição
- És homem ou mulher? Se eu fosse um dia o teu olhar
- Descreve-te: Diabo no corpo
- A última vez que alguém te fez um elogio? Eu não sei quem te perdeu
- Como descreves o teu último (antes do actual) relacionamento? Ilumina-me
- Onde querias estar agora? Momento
- O que pensas a respeito do amor? Tudo o que eu te dou
- Como é a tua vida? Fazer o que ainda não foi feito
- O que pedirias se pudesses ter só um desejo? Pontes entre nós
- Escreve uma frase sábia: Quem me leva os meus fantasmas
E passo a vez a...
Alex - Voltas Trocadas
Luís Mendes - Calotes com Deus
Ana Rocha - Papel de Seda
Rita Viana - Dentinho de Leão
Ana Garcia - Ducky Girl
Bagorrilha - Um poucaxinho de mim
Divirtam-se =)
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Estantes (d)e vidas
Tenho uma estante cheia de livros. Começa a ficar instável; é de madeira antiga e carcomida pelos bichos e pelos tempos, pelas tempestades e pelo calor. Há um livro antigo na estante. Já tem as páginas amareladas, e gastas. Dobradas, até. Sei-o de cor. Também gosto dos outros livros que lá tenho, mas este é especial. E já me habituei a tê-lo na minha estante. Nem sempre ali esteve, mas quando ali o pus (porque fui eu que o pus) percebi que é essencial. E sabem que mais? Já não imagino a minha estante carcomida sem o livro amarelado que sei de cor. Mas sei que o livro não é meu, mas de si próprio. De vez quando, vem alguém, pega nele, e muda-o de estante. Para uma estante que não é a minha. E, quando volta, vem diferente. Gasto. Rasgado. Marcado. Escrito. Penso sempre que são estragos desnecessários. E que, se tivesse sempre ficado na minha estante, não teria sofrido danos. Eu; incapaz de perceber a necessidade de outras estantes. Espero o dia em que vá e já não volte. Em que tenha que ser eu a sair de mim para o procurar noutras estantes de outras vidas. E tenho medo do que lhe possam fazer. Dos rasgões e riscos, que magoam os livros. E, se pudesse, tinha-o sempre aqui, na minha estante instável. Onde já o sei de cor, e ele já se sabe no sítio certo. Se pudesse, não deixava que se estragasse. Agarrava-o com as duas mãos contra o peito, e deixava-o estar, protegido de outras mãos. Mas não posso, porque o livro é de si próprio, e não meu. Mas enquanto tiver mãos, e uma estante para onde o trazer, hei-de estar por perto, e hei-de dizer que o livro é um bocadinho meu.
domingo, 11 de abril de 2010
É amanhã
O fim de semana foi podre de bom.
Ainda há gente boa, e na minha vida há muita gente boa!
O traje já está arranjadinho, pronto a vestir.
É amanhã. Toda eu tremo.
Ainda há gente boa, e na minha vida há muita gente boa!
O traje já está arranjadinho, pronto a vestir.
É amanhã. Toda eu tremo.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Caminho(s) de Felicidade
Tenho andado a querer escrever sobre uma data de coisas, mas não me sai nada.
O coração tem tido muito que mastigar, é um facto!
Os últimos tempos têm sido ricos. Dei por mim no dia 1 deste mês a pensar "bolas, já faz um ano que me vim embora de Lisboa". Deixei amigos, sei que sim. E tenho saudades, como já tantas vezes aqui escrevi. Abril de 2009 trouxe uma vida nova. Um objectivo novo. (E, sim, os meses em casa, parada, como nunca antes tinha acontecido, foram estranhos.)
Setembro trouxe a alegria da Enfermagem. Ainda me lembro, como se tivesse sido mesmo agora, de abrir a caixa de e-mails e ver que tinha entrado. Ainda me lembro do telefonema que fiz logo logo a seguir, para o meu mano, e do que nos rimos nessa noite a olhar para a lista de nomes daqueles que haviam de ser os meus colegas. E lembro-me das matrículas. E de ser tão estranho chamar Dignissimo Senhor Enfermeiro a quem já significava muito na minha vida. E lembro-me da praxe da madrinha. As praxes. A escolha da madrinha. A família. O baptizo e o banho. E a sapatada. E as noites e tardes e manhãs que se seguiram.
A Tuna. Lembro-me do primeiro ensaio, em que ainda tudo me era demasiado estranho para estar completamente à vontade. E lembro-me dos ensaios seguintes. O bom que foi ir conhecendo aqueles e aquelas que têm feito a História da TESESJD. A primeira actuação, e o nervosismo. E a actuação em Reguengos. O chão daquela praça, de costas para a igreja que já conhecia tão bem. O padrinho, e o sim. E mais o resto da família! E, esta semana, o traje. Comprado rodeada de quem significa tanto para mim.
Olho para trás. Passou um ano. E mudou tanta coisa! Estou como quero. Estou como sempre quis. Segunda-feira é dia de trajar pela primeira vez. (as palavras não me saem; parei aqui.)
O coração tem tido muito que mastigar, é um facto!
Os últimos tempos têm sido ricos. Dei por mim no dia 1 deste mês a pensar "bolas, já faz um ano que me vim embora de Lisboa". Deixei amigos, sei que sim. E tenho saudades, como já tantas vezes aqui escrevi. Abril de 2009 trouxe uma vida nova. Um objectivo novo. (E, sim, os meses em casa, parada, como nunca antes tinha acontecido, foram estranhos.)
Setembro trouxe a alegria da Enfermagem. Ainda me lembro, como se tivesse sido mesmo agora, de abrir a caixa de e-mails e ver que tinha entrado. Ainda me lembro do telefonema que fiz logo logo a seguir, para o meu mano, e do que nos rimos nessa noite a olhar para a lista de nomes daqueles que haviam de ser os meus colegas. E lembro-me das matrículas. E de ser tão estranho chamar Dignissimo Senhor Enfermeiro a quem já significava muito na minha vida. E lembro-me da praxe da madrinha. As praxes. A escolha da madrinha. A família. O baptizo e o banho. E a sapatada. E as noites e tardes e manhãs que se seguiram.
A Tuna. Lembro-me do primeiro ensaio, em que ainda tudo me era demasiado estranho para estar completamente à vontade. E lembro-me dos ensaios seguintes. O bom que foi ir conhecendo aqueles e aquelas que têm feito a História da TESESJD. A primeira actuação, e o nervosismo. E a actuação em Reguengos. O chão daquela praça, de costas para a igreja que já conhecia tão bem. O padrinho, e o sim. E mais o resto da família! E, esta semana, o traje. Comprado rodeada de quem significa tanto para mim.
Olho para trás. Passou um ano. E mudou tanta coisa! Estou como quero. Estou como sempre quis. Segunda-feira é dia de trajar pela primeira vez. (as palavras não me saem; parei aqui.)

Não fiz este caminho sozinha. E há pessoas importantes.
O meu irmão Alex, por sempre ter estado perto, muitas vezes nos mesmos caminhos; é especial tudo aquilo que partilhamos, e são tantas coisas! Gosto da relação que vamos construindo. E tu és especial.
A madrinha Raquel... Há gente que aparece na nossa vida assim quase sem querer e que ainda bem que aparece! É bom ter-te na minha vida e estar na tua. E é bom sentir a nossa cumplicidade a crescer a cada dia. Gosto de ti.
O padrinho Mário, que é seguramente uma das melhores pessoas que conheço. Deixas-me de "herança", entre mais uma data de coisas, o amor à Tuna. E esta é mais uma das razões (se outras não houvesse) para seres tu o meu padrinho.
O mano André, sempre lado a lado comigo, passinho a passinho, degrau a degrau. E o bom que vai ser trajar contigo já daqui a nada! Tornaste-te importante em pouco tempo, seguramente porque és bom!
O querido Bagorrilha... Para além de tudo o que nos une, sempre me mostraste com os teus actos que a Tradição Académica é das coisas mais valiosas que temos. E tenho mesmo pena de não te ter cá na Segunda Feira.
Não deixo mais nomes, e faltam tantos! Mas sabem quem são: a Tuna (todos!), e os colegas de turma (todos!), e mais uma data de gente (como a Vera e a Ana Catarina) podre de boa que conheci aqui. E mais um punhado de amigos de outras andanças, e os nomes destes não ficam porque é de facto um punhado grande (e vocês sabem, pá)!
Sou feliz. E ainda bem que vos tenho na minha felicidade!
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