E chegou a Queima!
Felicidade, s. f. (do Latim felicitate). Qualidade ou estado de quem é feliz. Ventura; boa fortuna; sorte. Êxito. Contentamento.
sábado, 29 de maio de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Luz

Sim, estive em Fátima dia 12 e dia 13 deste Maio.
E, sim, foi especial. Por todas as razões e mais algumas.
Por ter feito um ano que aconteceram muitas coisas.
Por ter chegado no dia em que a minha mãe chegou a pé, "seguindo-me" os passinhos.
Por ter tido o privilégio de estar na presença do nosso Santo Padre.
E era mesmo aqui que queria chegar: à visita do Papa. Foi mais do que especial. Pela primeira vez vi o Papa como um simples homem, tímido e maravilhado. E, ao mesmo tempo, senti ali o peso de estar diante do sucessor de Pedro. De ouvir nos seus passos as sandálias gastas do pescador que Jesus escolheu. De ser, também eu, escolhida para ser o rosto desta Igreja. E senti o peso pesado de tantas vezes não ser digna de ser rosto desta Igreja de Cristo.
E, sim, foi especial. Por todas as razões e mais algumas.
Por ter feito um ano que aconteceram muitas coisas.
Por ter chegado no dia em que a minha mãe chegou a pé, "seguindo-me" os passinhos.
Por ter tido o privilégio de estar na presença do nosso Santo Padre.
E era mesmo aqui que queria chegar: à visita do Papa. Foi mais do que especial. Pela primeira vez vi o Papa como um simples homem, tímido e maravilhado. E, ao mesmo tempo, senti ali o peso de estar diante do sucessor de Pedro. De ouvir nos seus passos as sandálias gastas do pescador que Jesus escolheu. De ser, também eu, escolhida para ser o rosto desta Igreja. E senti o peso pesado de tantas vezes não ser digna de ser rosto desta Igreja de Cristo.
Foi belíssimo. E passar a noite a rezar, entre a Capelinha e a Igreja da Santíssima Trindade, na companhia de um punhado de amigos, foi mágico.
Já foi há quase duas semanas, mas trouxe uma nova luz para o caminho. Uma vontade nova de ser rosto de Cristo.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Rótulos
tudo ou nada
Por força das circunstâncias, sou levada a concluir que há mesmo gente para tudo. E este tudo, é mesmo TUDO.
domingo, 2 de maio de 2010
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Ao meu Padrinho
tenho muita coisa aqui dentro a precisar de sair. mas o que te escrevo, apesar de ser somente aquilo que sinto, escrever-te-ei só a ti. E portanto que me desculpe quem me lê, mas isto é entre Padrinho e Afilhada
Padrinho,
Não sei falar destas coisas; das partidas e das chegadas e das pessoas importantes nas nossas vidas. E sei ainda menos ver partir gente boa.
Não te escrevo para me despedir; seria doentio, para além de que não consigo. Escrevo-te porque se há alturas certas para se dizer o que se sente pelas pessoas, este é o momento para te dizer uma data de coisas!
Caramba, conheci-te há sete meses e já tens um lugar insubstituível na minha vida e no meu coração. Se há gente boa nesta vida, garanto-te que tu és dos últimos espécimens dessa raça.
Um dia hei-de chegar ao quarto ano do (nosso) Curso. E hei-de tentar ser para os bichos desse ano aquilo que tu sempre foste para nós, e para mim. Porque saber viver a Universidade não é estudar todo o dia, todos os dias. Mas é perceber que são quatro anos curtos, e que há tempos na vida que não nos podemos dar ao luxo de perder. Porque ser aluno do quarto ano não é só gritar muito nas praxes e ser muito mau e bla bla bla. É ser o que tu foste, o que tu és. É acolher, brincar, transmitir valores. Fazer crescer.
E um dia hei-de ser tuno da (nossa) Tuna. E hei-de orgulhar-me de dizer que sou tua afilhada, mais do que me orgulho já. E hei-de ajudar a levá-la para a frente, ainda mais do que agora. Tal como sempre me ensinaste: que temos que valorizar e puxar por aquilo que amamos.
Padrinho... Lisboa e Évora vão parecer mais próximas do que nunca, prometo. Sei que deixas cá partes de ti, mas também levas muitas partes de Évora. Da minha parte, enquanto eu estiver em Évora tu vais estar comigo, porque te tenho no coração. O teu respeito pela Tradição não vai morrer, prometo. Não enquanto eu trajar. Não enquanto eu traçar a capa, que me traçaste pela primeira vez. Não enquanto o teu pin estiver na minha capa.
Sei que o fim parece perto, mais perto do que nunca, e mais perto a cada dia. E eu não gosto de despedidas, mesmo nada.
És muito importante na minha vida, e só posso agradecer-te por seres tal como és, por tudo o que me deste e continuas a dar. Só posso agradecer-te por estares na minha vida e por me deixares estar na tua. Obrigada por me teres feito perceber que há coisas e pessoas pelas quais vale mesmo dar a vida, e são essas que temos que manter, e cuidar, e valorizar. Tens a minha amizade, o meu respeito, o meu agradecimento, a minha oração, a minha fé, a minha força, a minha confiança. E a minha presença, todos os dias.
Padrinho,
Não sei falar destas coisas; das partidas e das chegadas e das pessoas importantes nas nossas vidas. E sei ainda menos ver partir gente boa.
Não te escrevo para me despedir; seria doentio, para além de que não consigo. Escrevo-te porque se há alturas certas para se dizer o que se sente pelas pessoas, este é o momento para te dizer uma data de coisas!
Caramba, conheci-te há sete meses e já tens um lugar insubstituível na minha vida e no meu coração. Se há gente boa nesta vida, garanto-te que tu és dos últimos espécimens dessa raça.
Um dia hei-de chegar ao quarto ano do (nosso) Curso. E hei-de tentar ser para os bichos desse ano aquilo que tu sempre foste para nós, e para mim. Porque saber viver a Universidade não é estudar todo o dia, todos os dias. Mas é perceber que são quatro anos curtos, e que há tempos na vida que não nos podemos dar ao luxo de perder. Porque ser aluno do quarto ano não é só gritar muito nas praxes e ser muito mau e bla bla bla. É ser o que tu foste, o que tu és. É acolher, brincar, transmitir valores. Fazer crescer.
E um dia hei-de ser tuno da (nossa) Tuna. E hei-de orgulhar-me de dizer que sou tua afilhada, mais do que me orgulho já. E hei-de ajudar a levá-la para a frente, ainda mais do que agora. Tal como sempre me ensinaste: que temos que valorizar e puxar por aquilo que amamos.
Padrinho... Lisboa e Évora vão parecer mais próximas do que nunca, prometo. Sei que deixas cá partes de ti, mas também levas muitas partes de Évora. Da minha parte, enquanto eu estiver em Évora tu vais estar comigo, porque te tenho no coração. O teu respeito pela Tradição não vai morrer, prometo. Não enquanto eu trajar. Não enquanto eu traçar a capa, que me traçaste pela primeira vez. Não enquanto o teu pin estiver na minha capa.
Sei que o fim parece perto, mais perto do que nunca, e mais perto a cada dia. E eu não gosto de despedidas, mesmo nada.
És muito importante na minha vida, e só posso agradecer-te por seres tal como és, por tudo o que me deste e continuas a dar. Só posso agradecer-te por estares na minha vida e por me deixares estar na tua. Obrigada por me teres feito perceber que há coisas e pessoas pelas quais vale mesmo dar a vida, e são essas que temos que manter, e cuidar, e valorizar. Tens a minha amizade, o meu respeito, o meu agradecimento, a minha oração, a minha fé, a minha força, a minha confiança. E a minha presença, todos os dias.
As pessoas importantes, por mais longe que estejam, estão sempre perto. E assim é contigo. Já tenho saudades, e ainda não foste. Mas sei que vamos estar sempre pertinho.
Obrigada por existires.
Adoro-te, PADRINHO
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