Apetecia-me escrever muita coisa, muito diferente.
Para não sair uma borrada, abstenho-me.
E fica só a nota de que amanhã volto à minha Lisboa.
Felicidade, s. f. (do Latim felicitate). Qualidade ou estado de quem é feliz. Ventura; boa fortuna; sorte. Êxito. Contentamento.
domingo, 15 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
All about lights
O Bruno escreveu sobre luzes. E hoje de manhã, enquanto o lia, percebi que esta história das luzes e da Luz às vezes passa por nós sem nos darmos conta que ela existe.
Pois bem, gosto de dividir as coisas e de as encaixar nos seus devidos lugares (ainda que corra o risco de me enganar na etiquetação).
Comecemos pelas luzes, que é aquilo de que o Bruno fala, segundo me parece. São luzes, sem mais. Estão em toda a parte: na estrada, nos prédios, na mesa de cabeceira do quarto, no tecto da casa de banho... Existem para nos iluminar (lá está, constatações óbvias). Quando são verdes, azuis, amarelas, vermelhas, ou de outra cor qualquer, distorcem o que vemos. E já não vemos o que lá está, mas o que lá está sob um filtro verde (por exemplo). E estas luzes coloridas não são más (caramba, as luzes nem têm personalidade!); a questão é que, apesar de se mostrarem alegres e de nos atraírem tanto, de facto não nos mostram a realidade (parece quase uma contradição).
Às vezes andamos assim, atraídos, com outras coisas que não são luzes, mas que são mais coloridas que a Luz. E, se a luz for vermelha, vemos tudo sob um filtro vermelho, e se for amarela, sob um filtro amarelo. Somos enganados, e deixamos! Porque, lá está, não vemos o que lá está. Vemos o que lá está sob um filtro colorido.
E agora vem a Luz. Que não tem cor aparente. Que, à primeira vista, não é atractiva, mas vulgar. Mas que tem a vantagem de não nos enganar. E de, por ser branca, nos mostrar o mundo como ele é. Não nos limita o que vemos, mas deixa-nos autonomia para colorir o que vemos do modo como quisermos, a partir de nós.
(Fui extensa, e não sei se fui clara. Espero mesmo que sim.)
"O Verbo era a Luz verdadeira, que, ao vir ao mundo, a todo o homem ilumina." (Jo 1, 9)
Pois bem, gosto de dividir as coisas e de as encaixar nos seus devidos lugares (ainda que corra o risco de me enganar na etiquetação).
Comecemos pelas luzes, que é aquilo de que o Bruno fala, segundo me parece. São luzes, sem mais. Estão em toda a parte: na estrada, nos prédios, na mesa de cabeceira do quarto, no tecto da casa de banho... Existem para nos iluminar (lá está, constatações óbvias). Quando são verdes, azuis, amarelas, vermelhas, ou de outra cor qualquer, distorcem o que vemos. E já não vemos o que lá está, mas o que lá está sob um filtro verde (por exemplo). E estas luzes coloridas não são más (caramba, as luzes nem têm personalidade!); a questão é que, apesar de se mostrarem alegres e de nos atraírem tanto, de facto não nos mostram a realidade (parece quase uma contradição).
Às vezes andamos assim, atraídos, com outras coisas que não são luzes, mas que são mais coloridas que a Luz. E, se a luz for vermelha, vemos tudo sob um filtro vermelho, e se for amarela, sob um filtro amarelo. Somos enganados, e deixamos! Porque, lá está, não vemos o que lá está. Vemos o que lá está sob um filtro colorido.
E agora vem a Luz. Que não tem cor aparente. Que, à primeira vista, não é atractiva, mas vulgar. Mas que tem a vantagem de não nos enganar. E de, por ser branca, nos mostrar o mundo como ele é. Não nos limita o que vemos, mas deixa-nos autonomia para colorir o que vemos do modo como quisermos, a partir de nós.
(Fui extensa, e não sei se fui clara. Espero mesmo que sim.)
"O Verbo era a Luz verdadeira, que, ao vir ao mundo, a todo o homem ilumina." (Jo 1, 9)
domingo, 8 de fevereiro de 2009
constatações#1
Pessoas normais falam de coisas,
pessoas inteligentes falam de ideias,
e pessoas medíocres falam de pessoas.
Platão
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Hoje voltei!
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
De boas intenções...
domingo, 1 de fevereiro de 2009
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