...rapaz sério, mas com um quê de extrovertido; que não tenha relações pendentes; que goste de cantar e dançar; que esteja disposto a fazer massagens a horas apetecíveis; que toque guitarra ou qualquer outro instrumento musical, ou tenha vontade de aprender; que fique tão bem de fato como de jeans e ténis; que saiba cozinhar, lavar a loiça e limpar o pó; que goste de esparguete carbonara e de macarrão; que não seja perfeito mas tenha a perfeição em mente; e que queira envelhecer ao lado de uma futura advogada/magistrada/diplomata/embaixadora/criminologista/... (a minha carreira não está definida!)
Felicidade, s. f. (do Latim felicitate). Qualidade ou estado de quem é feliz. Ventura; boa fortuna; sorte. Êxito. Contentamento.
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
sábado, 10 de janeiro de 2009
Lisboa...
Lisboa já tem Sol mas cheira a Lua
Quando nasce a madrugada sorrateira
E o primeiro eléctrico da rua
Faz coro com as chinelas da Ribeira
Se chove cheira a terra prometida
Procissões têm o cheiro a rosmaninho
Nas tascas da viela mais escondida
Cheira a iscas com elas e a vinho
Um craveiro numa água furtada
Cheira bem, cheira a Lisboa
Uma rosa a florir na tapada
Cheira bem, cheira a Lisboa
A fragata que se ergue na proa
A varina que teima em passar
Cheiram bem porque são de Lisboa
Lisboa tem cheiro de flores e de mar
Lisboa cheira aos cafés do Rossio
E o fado cheira sempre a solidão
Cheira a castanha assada se está frio
Cheira a fruta madura quando é Verão
Teus lábios têm o cheiro de um sorriso
Manjerico tem o cheiro de cantigas
E os rapazes perdem o juízo
Quando lhes dá o cheiro a raparigas
Quando nasce a madrugada sorrateira
E o primeiro eléctrico da rua
Faz coro com as chinelas da Ribeira
Se chove cheira a terra prometida
Procissões têm o cheiro a rosmaninho
Nas tascas da viela mais escondida
Cheira a iscas com elas e a vinho
Um craveiro numa água furtada
Cheira bem, cheira a Lisboa
Uma rosa a florir na tapada
Cheira bem, cheira a Lisboa
A fragata que se ergue na proa
A varina que teima em passar
Cheiram bem porque são de Lisboa
Lisboa tem cheiro de flores e de mar
Lisboa cheira aos cafés do Rossio
E o fado cheira sempre a solidão
Cheira a castanha assada se está frio
Cheira a fruta madura quando é Verão
Teus lábios têm o cheiro de um sorriso
Manjerico tem o cheiro de cantigas
E os rapazes perdem o juízo
Quando lhes dá o cheiro a raparigas
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Show time again... but not for me
Amanhã é outra vez "show time"
E já não subo ao palco
A plateia dói que se farta, já me sinto a sangrar
E já não subo ao palco
A plateia dói que se farta, já me sinto a sangrar
Quando é o dia?
O ponteiro do relógio. Já viste? Faz sempre o mesmo, precisamente. Após 60 "tic-tac's" está outra vez no mesmo sítio...
Agarra um elástico. Puxa-o, e depois solta-o, e depois puxa-o, e solta-o outra vez. Afasta-se, verdade? Mas aproxima-se logo a seguir...
A chuva. Cai, sim, claro. De onde vem? Das nuvens, pois. E depois de cair? Evapora, ora. Volta para as nuvens...
À manhã sucede-se a tarde, e, depois do pôr-do-sol, a noite, e depois desta uma nova manhã...
Ciclos...
E agora aproximamo-nos outra vez, boa? Trocamos o que temos para dar e estamos bem! E depois, não aguentamos, não conseguimos, não é bem isto. E voltamos a dizer que não nos vamos afastar, e afastamo-nos. E depois, lentamente, aproximamo-nos outra vez...
Até ao dia em que fizer sentido parar. Até ao dia em que um dos degraus deste ciclo fizer mais sentido que todos os outros. Até lá, é mais um ciclo (vicioso, e viciante). Até ao dia...
Agarra um elástico. Puxa-o, e depois solta-o, e depois puxa-o, e solta-o outra vez. Afasta-se, verdade? Mas aproxima-se logo a seguir...
A chuva. Cai, sim, claro. De onde vem? Das nuvens, pois. E depois de cair? Evapora, ora. Volta para as nuvens...
À manhã sucede-se a tarde, e, depois do pôr-do-sol, a noite, e depois desta uma nova manhã...
Ciclos...
E agora aproximamo-nos outra vez, boa? Trocamos o que temos para dar e estamos bem! E depois, não aguentamos, não conseguimos, não é bem isto. E voltamos a dizer que não nos vamos afastar, e afastamo-nos. E depois, lentamente, aproximamo-nos outra vez...
Até ao dia em que fizer sentido parar. Até ao dia em que um dos degraus deste ciclo fizer mais sentido que todos os outros. Até lá, é mais um ciclo (vicioso, e viciante). Até ao dia...
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Só 24 horas?!
"Deus de todos os humanos, Tu não te impões, Tu nunca forças o nosso coração, mas colocas em cada pessoa a tua luz pacificadora."
Hoje o dia começou assim. Abri o meu livro daquelas a que chamo "meditações rápidas" e pumba! era esta a frase que me estava reservada.
Na Eucaristia, fiquei a matutar noutra, da Carta de S. João:
"No amor não há temor; pelo contrário, o perfeito amor lança fora o temor; de facto, o temor pressupõe castigo, e quem teme não é perfeito no amor."
Foi (está a ser!) um dia longo e um tanto ou quanto complicado. Há muita coisa a não fazer sentido outra vez.
Começo a habituar-me à minha frieza e à incoerência alheia.
E, às tantas, já me pergunto se amo... Porque temo e não confio.
Hoje o dia começou assim. Abri o meu livro daquelas a que chamo "meditações rápidas" e pumba! era esta a frase que me estava reservada.
Na Eucaristia, fiquei a matutar noutra, da Carta de S. João:
"No amor não há temor; pelo contrário, o perfeito amor lança fora o temor; de facto, o temor pressupõe castigo, e quem teme não é perfeito no amor."
Foi (está a ser!) um dia longo e um tanto ou quanto complicado. Há muita coisa a não fazer sentido outra vez.
Começo a habituar-me à minha frieza e à incoerência alheia.
E, às tantas, já me pergunto se amo... Porque temo e não confio.
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
O reencontro!
2h da manhã, um lugar pouco provável...
e vi-Te, outra vez, finalmente!
e sorri quando disseste "Sim, és tu! Não tens que provar nada... o tempo é que vai dar tudo a conhecer"
e aconcheguei-me no Teu abraço consolador, o único já capaz disso
e vi-Te, outra vez, finalmente!
e sorri quando disseste "Sim, és tu! Não tens que provar nada... o tempo é que vai dar tudo a conhecer"
e aconcheguei-me no Teu abraço consolador, o único já capaz disso
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