Que saudades que tenho disto...
E que belos tempos que esta "Sevilla" me faz lembrar...
Que saudades!
Felicidade, s. f. (do Latim felicitate). Qualidade ou estado de quem é feliz. Ventura; boa fortuna; sorte. Êxito. Contentamento.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Ah!
Storm - Vanessa Mae
"Like two doomed ships that pass in storm we had crossed each other's way: but we made no sign, we said no word, we had no word to say.”
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
E por dentro?
Cheguei agora a Lisboa. Ia mesmo escrever "a casa", mas esta não é "A casa".
Tenho a mala para desfazer, a cama para fazer e uma preguiça doida no corpo! E pior, uma preguiça doida na alma.
Precisava de, para além de arrumar esta feira a que chamo quarto, arrumar estas ideias e estes sentimentos que se vão amontoando sem despacho conveniente...
Puxei a cadeira para junto da janela, liguei o PC e apeteceu-me escrever.
Olho lá para fora e, no meio do frio, vejo as luzes da cidade. Apartamentos, hotéis, candeeiros de rua. Juntam-se de tal modo que, vistos de longe, são quase indistinguíveis.
Mesmo à minha frente, mas muito muito lá ao fundo, está a Árvore de Natal gigante, montada no Parque Eduardo VII. Fixo-me nela. As luzes acendem e apagam. E depois brilham, e depois aparecem umas fitinhas.
E deixo-me estar, quieta.
Penso em mil coisas e em nada.
Há um ano... Que bem que me sabia pensar no futuro. Que bem que me sabia o calor do sol. Que bem que me sabiam as gargalhadas sonantes no meio dos amigos. Que bem que me sabiam os sorrisos abertos. Que bem que me sabiam as paixões assolapadas, que às tantas não eram nada!
Agora penso noutro futuro. É de noite, e não tenho sol (nem sei se ele nasce de manhã). Gargalhadas? Sorrisos? Sim, também há, mas são mais escassos (têm mais valor, diria o meu venerado César das Neves). Paixões assolapadas? Primeiro há que suturar a última ferida (grande, por sinal... mais profunda do que eu própria esperava já de mim).
E às vezes sou como este Natal do consumismo, das árvores e das luzes...
E vivo só por fora.
E sou só show-off.
E por dentro estou a sangrar, mas não quero que ninguém perceba.
Tenho a mala para desfazer, a cama para fazer e uma preguiça doida no corpo! E pior, uma preguiça doida na alma.
Precisava de, para além de arrumar esta feira a que chamo quarto, arrumar estas ideias e estes sentimentos que se vão amontoando sem despacho conveniente...
Puxei a cadeira para junto da janela, liguei o PC e apeteceu-me escrever.
Olho lá para fora e, no meio do frio, vejo as luzes da cidade. Apartamentos, hotéis, candeeiros de rua. Juntam-se de tal modo que, vistos de longe, são quase indistinguíveis.
Mesmo à minha frente, mas muito muito lá ao fundo, está a Árvore de Natal gigante, montada no Parque Eduardo VII. Fixo-me nela. As luzes acendem e apagam. E depois brilham, e depois aparecem umas fitinhas.
E deixo-me estar, quieta.
Penso em mil coisas e em nada.
Há um ano... Que bem que me sabia pensar no futuro. Que bem que me sabia o calor do sol. Que bem que me sabiam as gargalhadas sonantes no meio dos amigos. Que bem que me sabiam os sorrisos abertos. Que bem que me sabiam as paixões assolapadas, que às tantas não eram nada!
Agora penso noutro futuro. É de noite, e não tenho sol (nem sei se ele nasce de manhã). Gargalhadas? Sorrisos? Sim, também há, mas são mais escassos (têm mais valor, diria o meu venerado César das Neves). Paixões assolapadas? Primeiro há que suturar a última ferida (grande, por sinal... mais profunda do que eu própria esperava já de mim).
E às vezes sou como este Natal do consumismo, das árvores e das luzes...
E vivo só por fora.
E sou só show-off.
E por dentro estou a sangrar, mas não quero que ninguém perceba.
O 1.º de Dezembro...
"A Restauração da Independência é a designação dada à revolta iniciada em 1 de Dezembro de 1640 contra a tentativa de anulação da independência do Reino de Portugal por parte da dinastia filipina, e que vem a culminar com a instauração da Dinastia Portuguesa da casa de Bragança. É comemorada anualmente em Portugal por um feriado no dia 1 de Dezembro."
in Wikipédia
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Cresça-se!
Vale mais ouvir do que dizer.
Vale mais esperar do que correr.
Vale mais calar do que perder.
Vale mais guardar do que esquecer.
Vale mais esperar do que correr.
Vale mais calar do que perder.
Vale mais guardar do que esquecer.
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
=)
Andava eu afogada em apontamentos de Introdução ao Direito, em plena noite de terça-feira, com ponto no dia seguinte e mais uma quantidade de problemas às costas, ente os quais uma gripada, quando descobri esta perolazinha!
Não me ri (não chegou pra tanto), mas abri um sorriso grandalhão, maior do que seria de esperar nesse dia...
E portanto hoje decidi deixar aqui esta fantástica versão da música do Rei Leão!
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Rewind, please
Apetecia-me voltar a ontem. Ou ao mês passado, ou ao ano passado... Não sei bem.
Apetecia-me outro tempo que não este hoje, que não este dia que tem teimado em se arrastar e em me arrastar. Apetecia-me só um dia de bónus, só um dia para dizer "agora pára e vê-te ao espelho". Apetecia-me que este dia pudesse ser rebobinado, como nos filmes, com tudo a passar rapidamente para trás. Queria ter resposta para tudo o que hoje foi acontecendo; queria tê-la antes de ter as perguntas, antes de ter as dúvidas.
Enfim.
Querer, queria, mas não há volta a dar. As dúvidas cá andam, as perguntas surgem ciclicamente em catadupa e as respostas... escasseiam. Resta-me só uma, que me tem "perseguido" ao longo do dia:
Não há acasos, mas Divina Providência; tudo o que acontece, é exactamente aquilo que deve acontecer.
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